Todas essas coisas de que falo agora – as particularidades dos dragões, a banalidade das pessoas como eu -, só descobri depois. Aos poucos, na ausência dele, enquanto tentava compreendê-lo. Cada vez menos para que minha compreensão fosse sedutora a ponto de convencê-lo a voltar, e cada vez mais para que essa compreensão ajudasse a mim mesmo a. Não sei dizer. Quando penso desse jeito, enumero proposições como: a ser uma pessoa menos banal, a ser mais forte, mais seguro, mais sereno, mais feliz, a navegar com um mínimo de dor. Essas coisas todas que decidimos fazer ou nos tornar quando algo que supúnhamos grande acaba, e não há nada a ser feito a não ser continuar vivendo.
- Caio F. Abreu in “Os Dragões não Conhecem o paraíso”.










meu conto preferido do Caio…
olá, meu nome é trevisan autor de “sobra tanta falta” que vi que colocou no seu blog… fico muito feliz fe ver que tem gente que se identifica com minhas palavras e idéias!
que pena que esta como Teatro mágico.
grande beijo
Trevisan
para ouvir a musicas:
http://www.mondo77.fm/otrevisan
otrevisan@pop.com.br
“e não há nada a ser feito a não ser continuar vivendo”… é exatamente isso! Mas como é difícil…
Saudades daqui, esses dias estão corridos!
bjim,