“Quem só acredita no visível tem um mundo muito pequeno.”
- Caio F. Abreu in “Os Dragões não Conhecem o paraíso”.
Estava lendo um texto lindíssimo sobre o Caio, escrito por Betânia Alfonsin e Luís Gustavo Weiler para o Mix Brasil, procurando coisas pra colocar aqui celebrando a natividade desse maravilhoso autor. Morro de vontade de ler “Cartas”, que provavelmente é o único livro dele que me falta (exceto pelas coletâneas de outros livros, e como tenho os outros, nem pretendo ter as coletâneas).
Eu já me sinto próxima do Caio, mais que identificação, é uma amizade que ele não conheceu. Muito certamente se nos conhecessemos iríamos trocar cartas (ou emails) falando dos nossos desprazeres da vida e dar muitas opiniões, fazer muita piada e poesia.
Não dá pra fazer uma homenagem digna do Caio aqui, os textos dele falam por si. Meu amor pelas palavras dele é dourado com lantejoulas multicoloridas e holoforte em cima, é uma buzina de caminhão. Não dá pra não perceber!
Qualquer dia eu escrevo uma carta pra ele.
Enquanto isso, só leio o que ele escreve “pra mim”…

Caio F. Abreu: empatia imediata quando o conheci. virou amigo de infância. :p
Abraços.
Oi Flá, tenho predileção por Caio. Deste texto , que é um dos que mais gosto, se pudesse começaria todas as minhas cartas assim: “Tenho um dragão que mora comigo.Não, isso não é verdade.Não tenho nenhum dragão. E, ainda que tivesse, ele não moraria comigo nem com ninguém.Para os dragões, nada mais inconcebível que dividir seu espaço – seja com outro dragão, seja com uma pessoa banal feito eu. Ou invulgar, como imagino que os outros devam ser”…
Sim, sim! Todas as homenagens são louváveis. E ainda bem que o diálogo com esses grandes artistas é possivel, através das suas obras.
E quem disse que vocês não se conhecem e não são grandes amigos? Como você mesma citou “Quem só acredita no visível tem um mundo muito pequeno.”
Beijos.
“Deixa que a loucura escorra em tuas veias, e quando te ferirem, deixe que o sangue jorre enlouquecendo também os que te feriram.” Caio Fernando de Abreu me consome por inteira quando o leio, enfim, acho que todo mundo deveria conhecer a obra de Caio.
José Saramago, muito bom… já lí o livro citado no seu post.
¡besitos!
Graças a um comentário seu, faz muito tempo, a um poema meu, em outro blog, foi que vim visitá-la.
Gostei, voltarei.
Beijo
Flá escreve essa carta logo, correndo! Depois vc deixa agente ler, hein! rs
Talvez ele esteja esperando!
Não conhecia Caio, vc e Lyani que me apresentaram. Adoro!!! E preciso, muito, muito ter os livros dele comigo. Urgente! rs
bjim e bom fim de semana!
Putz ,q ue lindo. Uma amizade que ele não conheceu.. lindo isso. Escreve uma carta pra ele sim.. toca sua buzina tbém.
Um beijo pra dona do blog bonito.
Oie!
Ele era o máximo! Doces lembranças.
beijo grande e bom fim de semana.
Nada a declarar sobre o Caio, mas, sua paixão pelas palavras dele, só se compara talvez a … a … a … cadê a palavra para definir… hum… hum… esqueci, não lembrei.
Uma leitura sempre vale a pena.
Há alguns dias, Deus — ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente, de Deus —, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro.
Ps. Ando em fase de ler coisas antigas.
Totalmente OFF, ok?
“Sabe que normalmente homem cafajeste e flamenguista, tem filha mulher e genro vascaíno… =P”
É muito ruim, hein? Homem cafajeste sossega mais cedo ou mais tarde, porém jamais deixa de ser Flamengo. E isso é genético. Então, a filha terá o gene rubro-negro em seu DNA, e essa característica tem batismo na Gávea e primeira comunhão no Maracanã. O matrimônio é diário, pois só quem é Flamengo sabe renovar os votos de amor eterno a cada manhã. E genro nenhum (vascaíno ou corinthiano) pode alterar a força da natureza que tem o vermelho e o preto na sua alma.
rsrsrs.
Cortei o clima poético do seu belo blog, mas não resisti à sua provocação cruzmaltina! Na verdade, foi um excelente pretexto para vir aqui tricotar contigo.
Beijo imenso!
Eu sou meio o contrario de você… só li o Morangos Mofados, tenho uma coletânia dos melhores textos de 1980 e tenho esse que me dei de presente de aniversário… e sabe que sempre que chego em casa meio mal, pego pra ler um pouquinho… leio e as vezes me deixa mais pra baixo, mas ali tem um ar de vida, de quem teve amigos e momentos intensos, de quem sempre foi atrás do que quis…
Um beijo
Te cuida
Que coisa linda! Faço das tuas, minhas palavras! É EXATAMENTE o que sinto por ele.