Não sou eu, pensei que podia ser. E até queria, mas não sou eu.
Tem feridas que nunca saram.
Ou saram, mas a gente fica com medo de machucar de novo.
Ou até perde o medo, mas os obstáculos afastam.
Distâncias. Proximidades.
Tão perto, nem um sinal, nem um aviso. Distância.
Proposital? Medo? Intencional?
Pra que? Se longe é tão bom, e perto podia ser.
Podia.
Mas não sou eu.
Tão próximo. Frase incompleta. Completa. Certeza.
Teu riso, ah, teu riso…
Posso escutar, ver, lembrar.
De que adianta?
Distância.
Teus olhos queimam a nuca.
Mas não sou eu.
Vigiam, percebem, notam, condenam.
Por que? Qual razão?
Interesse. Desinteresse.
Curiosidade.
Proximidade.
Mas não sou eu.
Tão próxima, tão distante.
Estende a mão, percebe, estou aqui.
Frente a você.
Queria estar a teu lado.
Distâncias.
Proximidade.
Só eu.










o que a gente podia, o que a gente devia… nunca vamos saber! Distancia, proximidade… questão de escolhas que mesmo nao sabendo no momento, posteriormente, em algum instante vai doer… Mas o que não vira dor, não é?
beijo ;*
O lado poeta aflorando nas páginas do Poetriz.
Gostei
eh
eu tbm axei q podia ser eu
mas nao eh nao, nao se preocupe, nem eh tao intrigante assim esse negocio… as vezes as gente axa q a ferida jah cicatrizou, mas vem a TV (num ato violento de supremacia) e te arranca um pedaço da casquinha
porra
ela tinha acabado de ficar durinha, dakele jeito q q da ateh agonia de dobrar o cotovelo.
eh triste
e eh por isso q nao cicatriza nunca
se nao eh alguem q arranca um pedaço de mim, sou eu me cutucando soh pra sangrar
(and you bleed just to know you’re alive)
caralho… escrevendo isso pra vc, o msn me mostra um par de olhos on line
par de olhos esses q eu amava tanto q nem acredito q pôde ter passado
como? onde eu tava q deixei isso acontecer?
provavem]lmente me preocupando demais em nao me machucar
como sempre
q merda
não é tu