Essa foi a pergunta que fizeram essa semana.
O que eu faria? Acho que nada de diferente. Não sairia gastando o que eu não tenho, não diria o que eu não tenho coragem de dizer nem agora. Não faria loucuras, não iria a lugar algum.
Eu ia ficar em casa, abraçar minha família, brincar com minha cachorra.
E esperaria. Não é um dia apenas que se recupera uma vida inteira…
Eu acho bacana quem pensa em fazer tudo diferente no último dia. Por que não faz hoje? E se hoje for mesmo o último dia e você não souber?
A minha resposta em relação à família não é porque simplesmente sou apegada à ela, mas porque é o que eu faço todos os dias.
Não vou dizer que eu vivo loucamente como se hoje fosse o último dia da minha vida, essa não é a minha natureza. Eu sou muito pé no chão e pé atrás. Indecisa, insegura.
Eu penso que o que eu deixei passar, passou. O que eu não tive coragem de fazer, não vou fazer nunca.
Arrependimento? Alguns, por que não? Mas não porque eu não quis fazer algo que era possível de se fazer, mas porque eu não faria nunca porque não faz parte da minha natureza.
Acho que o meu último pensamento/ato não seria arrependimento, compensação, libertação. Seria perdão.
Perdoaria a mim mesma.
Olá minha querida
Muito oportuno o post , reflexão seria tão bom se fosse um hábito na vida das pessoas , quanto de aprendizagem seria acrescentado .
O Perdão seria para mim a mais nobre atitude e não só aos nossos irmãos e mas também a mim mesmo ,e partiria sem medo para a próxima etapa .
Abraços com carinho
Acho que você disse tudo!
Caio F. já me ensinou “A vida é agora, aprende!”
Beijão
hum… eu acredito que o tempo das coisas nos influenciam muito. se fossemos eternos talvez não vivessemos assim. e sabendo da nossa condição de pessoa mortais por vezes aceleramos o caminhar dos ponteiros… mas mesmo nesta nossa condição ainda pensamos ter muito tempo pela frente e acontece que a gente acaba por esperar um pouco mais, um dia a mais, algumas semanas depois, dois anos, e aí, pode ser que de fato já não haja tempo…