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Arquivo do mês: outubro 2010

Parte da equação

Acho que finalmente percebi que o que fazemos com nossa vida é só metade da equação.
A outra metade, a mais importante, é com quem está enquanto faz isso.

- Recém Formada (filme)

 
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Publicado por em outubro 31, 2010 em Filmes

 

Palavra verdadeira

Dava-se conta longinquamente de que nunca dissera uma palavra verdadeira. E “amor” ela não chamava de amor, chamava de não-sei-o-quê.

Clarice Lispector in “A hora da estrela”

 
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Publicado por em outubro 30, 2010 em Clarice Lispector

 

Pessoas doces e situações claras

Gosto de pessoas doces, gosto de situações claras — e por tudo isso, ando cada vez mais só. É como me sinto melhor.

Caio F. Abreu in “Cartas”

 
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Publicado por em outubro 29, 2010 em Caio Fernando Abreu

 

Vazio

Alisou-lhe o cabelo para trás e a olhou aos olhos. Estavam vazios. Podia ter sido qualquer homem, por isso sua relação funcionava.
Seu coração estava tão vazio como aquele olhar.

- J.R. Ward in “Irmandade da Adaga Negra: Amante Sombrio”

 
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Publicado por em outubro 28, 2010 em Verso & Prosa

 

O desinfeliz

Sua vida era um tango argentino.

Mário Quintana in “Sapato florido”

 
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Publicado por em outubro 27, 2010 em Mario Quintana

 

O desejo é dor

— Butch — disse ela — tenho-te feito mal?
Sim, se considerar que o desejo ardente é uma dor, pensou ele.

- J.R. Ward in “Irmandade da Adaga Negra: Amante Sombrio”

 
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Publicado por em outubro 26, 2010 em Verso & Prosa

 

Pra trocar abismos

Não escreva nada, não nos procuramos mais: um dia nos cruzamos por acaso, de repente, e então vemos o que aconteceu a nossos rancores e reagimos de acordo com isso. Mas se você quiser me contar das suas funduras, e não apenas defender-se — e os amigos são, sim, para trocar abismos — então me escreva.

Caio F. Abreu in “Cartas”

 
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Publicado por em outubro 25, 2010 em Caio Fernando Abreu

 

Vampiros

“Os demônios se alimentam do medo, os deuses, da oração.”

- Desconheço a autoria

Não sei quanto a vocês, mas depois de Crepúsculo, minha vida nunca mais foi a mesma. Não que eu seja fã número um da saga, pelo contrário, na minha opinião foi bem fraca a história. Mas essa saga foi o start pra outras.
Tenho acompanhado a saga “Raça da Meia Noite” e agora conheci “O clã da Adaga Negra”. Ambos livros hot.
A primeira saga tem uma história de fundo bem planejada, a autora sabe como misturar romance e ação. Ela sempre dá uma pista nova e a história vai crescendo, deixando muitas perguntas pro próximo livro. Fora os romances, cada um mais fofo que o outro.
O “Clã da Adaga Negra” me apaixonou no primeiro livro. A histórinha de fundo ainda não começou de fato, mas todos os personagens são excelentes! Fora o lado cômico, os diálogos são hilários. Amei de paixão. Aqui os personagens interagem entre si e você já termina o primeiro livro conhecendo todos. Diferente da “Raça da meia noite” onde o personagem só se apresenta no seu próprio livro.
Outro dia estava pensando por que esses vampiros andam tanto na moda. É a queda das meninas por meninos maus? Acho que não exatamente. Porque os vampiros desses livros no fundo são bons, só são maus pra se defenderem e pra defender aqueles que eles amam.
No fundo acho que é exatamente isso que faz a gente se apaixonar. Aquele que tinha tudo pra ser mau, é o mais sensato, protetor e amoroso ser existente. Aparência não é tudo. Nem a primeira impressão.

 

O vampirismo pela ótica científica

Do ponto de vista digamos, “científico” há uma possibilidade de explicar o vampirismo, pela teoria da porfiria, que é uma doença rara do fígado, que provoca a retração das gengivas (daí os dentes expostos), a carência de glóbulos vermelhos do sangue (daí a necessidade orgânica de repor esse sangue), e fotofobia (a luz do sol incomoda tremendamente).

Imagine você, na Antigüidade, ou mesmo na Idade Média, um indivíduo, com esses sintomas, absolutamente ignorante sobre as causas do seu mal, e sem os meios mínimos de fazer por exemplo, transfusões regulares de sangue, ou tratamento medicamentoso. Aos poucos ele vai descobrindo, que se comer um bife sangrando, começa a se sentir melhor. Daí para beber o sangue in natura, e depois o sangue humano, é uma passo.

Pra ler o texto completo aqui.

 
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Publicado por em outubro 24, 2010 em Cotidiano

 

O mar

Inspiração aqui

Foi no mar que lançou teu corpo?
E a água fria apagou o descaso?
Conta-me, teu desespero todo
Levou pra areia o mar por acaso?

 
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Publicado por em outubro 23, 2010 em Poetriz

 

Agora sem a fantasia

Tinha demorado anos em dar-se conta da verdade. Toda uma eternidade.
Ele nunca tinha sido dela. Nunca o seria.
Deus, agora que a fantasia tinha desaparecido, não ficava nada.

- J.R. Ward in “Irmandade da Adaga Negra: Amante Sombrio”

 
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Publicado por em outubro 22, 2010 em Verso & Prosa

 
 
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