Dava-se conta longinquamente de que nunca dissera uma palavra verdadeira. E “amor” ela não chamava de amor, chamava de não-sei-o-quê.
Clarice Lispector in “A hora da estrela”
out30
Dava-se conta longinquamente de que nunca dissera uma palavra verdadeira. E “amor” ela não chamava de amor, chamava de não-sei-o-quê.
Clarice Lispector in “A hora da estrela”
sabe de uma coisa? tenho uma teoria pra gente gostar tanto dos livros de vampiros. posso até ser apedrejada, mas vamos lá: nós, meninas, esquecemos de como é bom sermos protegidas ao invés de termos que nos proteger… do homem protetor e forte pra comprar nossas brigas e cuidar da gente.rs… e na teoria eu adoraria isso. na prática jamais.rs… então adoro vampiros em livros de romance.rs…
beijocas flavinha!!!