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Arquivo do mês: março 2011

Escrever, escrever, escrever

Mas no meio de tudo isso, sinto o tempo todo uma enorme vontade de ficar só e escrever, escrever, escrever.

Caio F. Abreu in “Cartas”

Retomei um projeto de escrever um livro em conjunto com a Lyani. Estou há dias pesquisando coisas e tem sido muito, mas muito enriquecedor.
A princípio, meu personagem está em Paris em férias. Encontrei um roteiro de viagem e estou destrinchando em fotos para poder escrever esse capítulo. Paris é um sonho!

 
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Publicado por em março 31, 2011 em Caio Fernando Abreu

 

Quando ficamos separados

Eu me apaixonei por ela quando nós estávamos juntos, então me apaixonei mais profundamente por ela nos anos que nós ficamos separados.

- Nicholas Sparks in “Querido John”

 
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Publicado por em março 30, 2011 em Nicholas Sparks

 

Amar só uma pessoa na vida

Sempre pensamos que vamos amar só uma pessoa na vida.
E então você encontra outra pessoa.
E parece loucura que você já esteve preocupada com isso.

- Greys Anatomy S07e16

 
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Publicado por em março 29, 2011 em Grey’s Anatomy

 

Resenha: A Solidão dos Números Primos

Livro: A Solidão dos Números Primos
Autor (a): Paolo Giordano
Editora: Rocco
Páginas: 284

Nota: 5
(sendo: 1- Não gostei 2- Gostei pouco; 3- Gostei; 4- Gostei bastante; 5- Adorei)

O livro narra os conflitos, dificuldades, encontros e desencontros de dois jovens que tiveram a infância marcada com graves problemas.
Os capítulos são alternados entre a vida de Mattia, jovem inteligente e fechado, propenso ao auto mutilamento desde que na infância abandonou sua irmã deficiente que sumiu e nunca mais foi encontrada. E a vida de Alice, que quando jovem praticava esqui na neve ganhando várias competições até um acidente deixá-la com a perna manca.
Os dois carregam mágoas consigo criando problemas de socialização inclusive dentro de casa. Talvez por essa semelhança tenham acabado criando um laço, entretanto até pra essa amizade havia um distanciamento.
Resolvi comprar o livro porque me foi indicado como melancólico e triste, o que é meu tipo de leitura predileta. Confesso que me vi em muitas situações, em muitas falas e atitudes.
A história é densa, profunda e levanta questionamentos sobre distúrbio alimentar, diálogo em família, auto estima e principalmente solidão.
Fiquei completamente tocada e não queria que terminasse a história. E durante todo o enredo torci para que as personagens mudassem de perspectiva, agissem de outra forma, mas eles foram tão humanos que era inevitável que a história não tomasse o rumo que tomou. A vida é assim!
Romance de estréia do físico Paolo Giordano e já teve até adaptação cinematográfica!

 
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Publicado por em março 28, 2011 em Livros

 

Amizade assimétrica

Atravessaram aquele período em apneia, ele recusando o mundo, ela sentindo-se recusada pelo mundo, e perceberam que não fazia grande diferença. Tinham construído uma amizade defeituosa e assimétrica, feita de longas ausências e muito silêncio, um espaço vazio e limpo em que ambos podiam voltar a respirar, quando as paredes da escola ficavam muito próximas, para ignorar o sentimento de sufocamento.

-Paolo Giordano in “A Solidão dos Números Primos”

 
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Publicado por em março 27, 2011 em Paolo Giordano

 

Desafio Rápido – Oscar

Lembram aquele desafio que eu propus lá em Fevereiro? Então, estamos de volta! E agora o tema é Oscar!
Deve ser o primeiro desafio/meme/blogagem coletiva sem regras definidas! rsrsrs
Mas estou mudando as regrinhas:

  • Poste as suas respostas no seu blog,
  • Pegue o selinho,
  • E se não leu nada dessa categoria,  leia pelo menos um livro! O ideal é que se leia pelo menos UM (pra quem não leu nenhum) até o próximo desafio ser postado. Por isso virou “Desafio Rápido”… rsrsrs…

Abaixo tem o selinho, e em seguida as perguntas:

1 – Você já leu algum livro cuja adaptação pro cinema ganhou um Oscar? Qual?
Dessa lista que eu apresentei, não li nenhum! rsrsrs. Li apenas “Identidade Bourne”, mas quem ganhou o oscar foi “O Ultimato Bourne” da mesma trilogia.
Mas eu tenho “As Crônicas de Nárnia”, “Memórias de uma Gueixa” e a trilogia “Bourne” na minha estante, só esperando a vez de ser lido… rsrsrs…

2 – Que impressão você teve sobre a adaptação? Foi fiel a história? Ficou melhor, pior, diferente? Mereceu a estatueta?
Apesar de não ser o mesmo livro, achei os filmes da trilogia Bourne melhor que o primeiro livro: “A Identidade Bourne”. A história tem umas diferenças, principalmente em relação a mocinha, ao casal, e particularmente achei sensacional a morte da mocinha nos filmes. Isso elevou a história pra outro nível. Já o livro achei monótono, beirando a confusão. As cenas de perseguição e a emoção das fugas não tem o mesmo brilho que nos filmes. Acho que o diretor merecia um Oscar só por tornar uma história morna numa aventura sensacional.


3 – Já aconteceu o oposto, de após um filme ganhar um Oscar, você buscar o livro pra ler? Qual? Por que?
Aconteceu exatamente com a trilogia Bourne. Achei os filmes tão bons que tinha certeza que os livros seriam muito melhor, enfim, não era o que eu esperava.
Ganhei o livro “O Discurso do Rei” numa promoção do Skoob, estou ansiosa pra ler, principalmente porque ganhou tantos prêmios!

 

 
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Publicado por em março 26, 2011 em Testes/Memes/Selos

 

Margem

Faz tempo que não escrevo, não? Ando usando as palavras dos outros pra expressar o que sinto. Minto. Nem isso tenho feito. Tenho usado palavras que recolho no vento e devolvo no mar. E o mar leva as palavras tal qual folha caída de árvore que fica às margens do riacho. Deve ser isso. Devo estar à margem. Não mergulho, não volto, não me atrevo a sair do lugar. Fico ali com os pés encharcados e afundados na lama escura. O sol insiste em perfurar as folhas que permanecem na copa das arvores. Olha pra cima é ver um céu estrelado em pleno dia. O escuro das folhas resistentes, os vãos que libertam raios solares.
Não ando triste, não. Ando ocupada. Ocupada em me manter distante. Mas é inevitável, porque sempre vem, sempre chega, sempre envolve, sempre domina. Solidão. Solidão não é tristeza. Solidão tem mais a ver com pensamento, reflexão. Ou castigo. No fundo, a gente sempre se castiga. Obrigamo-nos a ver filmes chatos, a ler livros chatos até o fim, a ver a novela que não desenrola, a viver essa história que não tem futuro, a criar esperança onde está muito claro que chegou o fim. E dói. E por que não iria doer, se a dor faz parte do castigo?
Eu escrevo pra dar forma ao me incomoda, já predisse Rubem Alves. (Ostra feliz não faz pérola). Ou pra dar forma ao que em mim é disforme, ajustou Martha Medeiros. (Divã). Já eu, escrevo porque não agüento calar tudo em mim. O mundo é grande demais pra calar dentro de mim.
Hoje resolvi rascunhar qualquer coisa pra evitar o que eu realmente queria falar. Distraio os dedos, foco o pensamento e fecho os olhos. Finjo mergulhar. Finjo correr desviando das árvores. E abro os braços, e quase posso sentir o vento, o frio da água. Quase. Mas permaneço parada, os pés afundados na lama igual raiz que segura a árvore em pé. Em pé. Em pé…

 
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Publicado por em março 25, 2011 em Poetriz

 

Poeira depositada

Por causa de um gesto meio desajeitado, uma falta de sincronia, em vez de cumprimentarem-se como amigos, com dois beijos castos nas maçãs do rosto, as suas bocas se tocaram, em frente ao portão da casa dos Della Rocca. Ernesto lhe pedira desculpas, mas depois colou outra vez seus lábios nos dela, e Soledad sentiu toda a poeira que estivera depositada sobre o coração durante aqueles anos elevar-se num turbilhão e acabar nos olhos.

Paolo Giordano in “A solidão dos números primos”

 
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Publicado por em março 24, 2011 em Paolo Giordano

 

Porque é você

- Vou amar o que ver porque é você. —Quando não o olhou aos olhos, Butch se inclinou adiante — Marissa, para mim és linda!

- J.R.Ward in “Amante descoberto”

 
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Publicado por em março 23, 2011 em Verso & Prosa

 

Livros que viraram filmes e ganharam Oscar

Abaixo tem uma listinha dos filmes que ganharam Oscar e foram adaptados de livros, tiradas do “O Livreiro”:

“Regras da Vida” (“The cider house rules”) – O vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado no ano de 2000 é dirigido por Lasse Hallstrom e se baseia no romance de John Irving publicado em 1985, “The cider house blues”.

“O Velho e o Mar” (“The Old Man and the Sea”) – De Aleksandr Petrov, o filme baseado no romance “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway, ganhou em 2000 o Oscar de Melhor Curta Animado. Uma mega curiosidade sobre esse filme é que Petrov pintou a óleo e fotografou cada um dos 29 mil frames em quadros de vidro.

“Matrix” (“The Matrix”) – Vencedor de três Oscars no ano de 2000 – Melhor Edição, Melhor Som e Melhores Efeitos Visuais -, o filme “Matrix”, de Lana e Andy Wachowski, tem seu argumento inspirado no livro “Neuromancer”, de William Gibson. Publicado pela primeira vez em 1984, “Neuromancer” é uma novela cyberpunk. O livro de ficção científica apresentou novos conceitos para a época, como inteligências artificiais avançadas e um cyberespaço quase que “físico” – conceitos que aparecem em “Matrix”.

“O Tigre e o Dragão” (“Crouching Tiger, Hidden Dragon”) – O filme de Ang Lee é uma adaptação de um livro de Du Lu Wang. Ganhou o Oscar em 2004 nas categorias Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.

“Uma Mente Brilhante” (“A Beautiful Mind”) – O filme de Ron Howard sobre a vida do matemático John Forbes Nash, interpretado por Russel Crowe, baseia-se na biografia do matemático escrita pela autora Sylvia Nassar. Ganhou o Oscar de Melhor Filme e ainda as estatuetas por Melhor Atriz Coadjuvante (Jennifer Connelly), Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado.

“O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel” (“Lord of the Rings – The Fellowship of the Ring”) – Novamente, a adaptação da obra de J.R.R Tolkien conquistou algumas estatuetas da Academia. DesSa vez, ganhou nas categorias Melhor Fotografia, Melhor Maquiagem, Melhor Trilha Sonora e Melhores Efeitos Visuais. Foi também indicado na categoria Melhor Roteiro Adaptado.

“O Pianista” (“The Pianist”) – O filme de Roman Polanski, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado em 2003, é baseado na autobiografia homônima escrita pelo músico polonês Władysław Szpilman. Ganhou outras duas estatuetas neste ano: por Melhor Ator (Adrien Brody) e Melhor Diretor.

“O Senhor dos Anéis – As Duas Torres” (The Lord of the Rings: The Two Towers”) – Mais uma vez, a obra de Tolkien transposta para as telonas ganhou destaque no Oscar. O filme dirigido por Peter Jackson ganhou nas categorias Melhor Edição de Som e Melhores Efeitos Visuais.

“Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei” (“Lord of the Rings – The Returno f the King”) – Em 2004, o Oscar foi do Senhor dos Anéis, adaptação da obra de J.R.R.Tolkien para as telas. Dirigida por Peter Jackson, a obra ganhou na categoria Melhor Filme e ainda levou outras dez estatuetas, sendo vitoriosa em todas as categorias para a quais havia sido indicada: Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Direção, Melhor Edição, Maquiagem, Melhor Trilha Sonora, Melhor Canção Original, Melhor Mixagem de Som, Efeitos Visuais e Melhor Roteiro Adaptado. “O Retorno do Rei” foi publicado em 1955 e é o terceiro volume da trilogia de J.R.R. Tolkien, sendo precedido pelos volumes “A Sociedade do Anel” e“As Duas Torres”, publicados em 1954.

“Menina de Ouro” (“Million Dollar Baby”) – Dirigido por Clint Eastwood, o filme levou a estatueta de Melhor Filme em 2005, assim como a de Melhor Ator Coadjuvante (Morgan Freeman), Melhor Atriz (Hillary Swank), Melhor Direção. Foi indicado à categoria Melhor Roteiro Adaptado, na qual perdeu para “Entre umas e outras”, de Alexander Payne. O roteiro de “Menina de Ouro” foi escrito por Paul Haggis a partir de contos de F.X. Tolle, pseudônimo de Jerry Boyd – que era um treinador de boxe, e publicou o livro com os contos que inspiraram Eastwood quando já tinha 70 anos. Durante 40 anos, Boyd teve suas histórias rejeitadas por diversas editoras. O autor morreu sem conhecer a glória, em 2004, um ano antes da estreia do filme. O livro “Menina de Ouro” destaca-se pela equipe de tradutores envolvidos em transpor a obra para o português, formada por pesos-pesados: Rubem Fonseca, Carlos Heitor Cony, Moacyr Scliar, Marçal Aquino, Luiz Fernando Emediato e Sérgio Dávila.

“Memórias de uma gueixa” (“Memoirs of a Geisha”) – O filme, dirigido por Rob Marshall, ganhou os Oscars de Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino em 2006. É uma adaptação do best seller “Memoirs of a Geisha”, de Arthun Golden. O tema é a cultura japonesa.

“O Segredo de Brokeback Mountain” (“Brokeback Mountain”) – De Ang Lee, o filme ganhou estatuetas em 2007 por Melhor Direção, Music (Original Score) e Melhor Roteiro Adaptado. O roteiro de “Brokeback Mountain” foi escrito por Larry McMurtry e Diana Ossana a partir do conto homônimo de Annie Proulx, escritora e jornalista franco-canadense. Inicialmente, em 1997, Annie publicou o conto que daria origem ao roteiro do filme na revista The New Yorker.

“As Crônicas de Nárnia: o Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (“The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe”) – Baseado no livro “The Chronicles of Narnia: The Lion, the Witch and the Wardrobe”, de C. S. Lewis, o filme ganhou o Oscar na categoria Melhor Maquiagem em 2006. A série “As Crônicas de Nárnia” contém sete crônicas ao todo.

“Uma Verdade Inconveniente” (“An Inconvenient Truth”) – O documentário de Al Gore sobre o aquecimento global levou em 2007 a estatueta pela categoria de Melhor Documentário. Você deve estar pensando que o filme foi feito a partir do livro de mesmo nome. Porém, a curiosidade é que é o contrário: Al Gore escreveu o livro depois de fazer o documentário.

“Sangue Negro” (“There Will be blood”) – Dirigido por Paul Thomas Anderson, o filme “Sangue Negro”, adaptado do livro “Petróleo!”, de Upton Sinclair, conquistou em 2008 o Oscar na categoria Melhor Fotografia e foi indicado também na categoria Melhor Roteiro Adaptado. Daniel Day-Lewis ganhou a estatueta de Melhor Ator por seu papel no filme.

“Onde os Fracos não têm vez” (“No country for old men”) – Com este filme, os irmãos Coen ganharam o Oscar de Melhor Filme, Direção e de Melhor Roteiro Adaptado em 2008, além de outra estatueta: Melhor Ator Coadjuvante (Javier Barden). O livro em que se basearam os irmãos Joel e Ethan Coen é homônimo ao título original do filme, “No Country for Old Men”, e foi escrito pelo consagrado escritor norte-americano Cormac McCarthy.

“O Ultimato Bourne” (“The Bourne Ultimatum”) – O filme ganhou três estatuetas em 2008: Melhor Edição, Edição de Som e Melhor Mixagem de Som. É baseado no romance de mesmo nome escrito por Robert Ludlum, e fecha uma trilogia encabeçada por “A Identidade Bourne” (2002) e seguida pelo volume “Supremacia Bourne” (2004).

“O Curioso Caso de Benjamin Button” (“The Curious Case of Benjamin Button”) – ganhou em três categorias: Direção de Arte, Maquiagem e Efeitos Visuais. O filme, de David Fincher e Eric Roth, é baseado num conto escrito em 1921 por F. Scott Fitzgerald.

“Quem quer ser um Milionário?” (“Who wants to be a millionaire?”) – O grande vencedor do Oscar de 2009, do diretor Danny Boyle, é baseado no romance “Sua Resposta Vale um Bilhão” (Companhia das Letras), de Vikas Swarup. Além do Oscar de Melhor Filme, o filme conquistou também a estatueta por Melhor Roteiro Adaptado.

“O Segredo dos Seus Olhos” (“El Secreto De Sus Ojos”) – O filme argentino ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2010. É baseado no livro “La pregunta de sus ojos”, de Eduardo Sacheri.

“Preciosa” (“Precious”) — Baseado no romance “Push”, de Sapphire, tem roteiro de Geoffrey Fletcher. Foi o vencedor do Oscar na categoria Melhor Roteiro Adaptado em 2010.

E esse ano:

“O Discurso do Rei” (“The King’s Speech”) - Baseado no romance “O Discurso do Rei – Como um Homem Salvou a Monarquia Britânica”, de Mark Logue e tem direção de Tom Hooper. Foi o vencedor dos Oscar na categoria melhor diretor, ator para Colin Firth, melhor filme e roteiro original em 2011.

 
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Publicado por em março 22, 2011 em Filmes, Livros

 
 
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