Não se deve esquecer que o corpo definha, que os amigos morrem, que todos nos esquecem, que o fim é solidão. Esquecer muito menos que esses velhos foram jovens, que o tempo de uma vida é irrisório, que um dia temos vinte anos e, no dia seguinte, oitenta.
- Muriel Barbery in “A elegância do ouriço”
out10
Puff…
Olá, Flávia!
Na realidade, desde sempre, só temos, efetivamente, a nós mesmos. O lance é que só se descobre no ‘final’, quando não dá mais tempo para conhecer, aprender a gostar e conviver com este ser único e, quem sabe, interessante, que esteve o tempo todo ‘aí’, e não percebemos.
Um grande abraço
não é que é?