Não se deve esquecer

Não se deve esquecer

Não se deve esquecer que o corpo definha, que os amigos morrem, que todos nos esquecem, que o fim é solidão. Esquecer muito menos que esses velhos foram jovens, que o tempo de uma vida é irrisório, que um dia temos vinte anos e, no dia seguinte, oitenta.

- Muriel Barbery in “A elegância do ouriço”

3 respostas »

  1. Olá, Flávia!

    Na realidade, desde sempre, só temos, efetivamente, a nós mesmos. O lance é que só se descobre no ‘final’, quando não dá mais tempo para conhecer, aprender a gostar e conviver com este ser único e, quem sabe, interessante, que esteve o tempo todo ‘aí’, e não percebemos.

    Um grande abraço

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