Poetriz

Sou um pouco de poeta e de atriz na frente do meu compoetador

Mil coisas Novembro 2, 2009

Arquivado em: Cotidiano — poetriz @ 9:41 pm

Fazer backup é demorado. Principalmente porque a gente vai descobrindo que guarda tanta coisa desnecessária, e entre elas, lembranças que nem deviam estar mais ali.

Sábado passado, dirigi pela primeira vez numa estrada. Agora só quero dirigir por estradas. Chega do trânsito caótico dos grandes centros.

De “dia do livro” me dei de presente: “Memórias de uma Gueixa” e “O escafandro e a borboleta”.

E de vontade de ler um livro de Máfia, comprei “O Poderoso Chefão”. E pra aproveitar a promoção, comprei também “Orgulho e Preconceito”. Resolvi ler Jane Austen.

Terminei mais um livro de vampiros. Agora vou dar um tempo nisso. O assunto já cansou. Vou ler um Sidney Sheldon pra desintoxicar.

De livros ainda, comecei “Comer, rezar, amar”, e confesso, o primeiro capítulo foi um marketing eleitoral. Até agora o livro não me conquistou e já estou perto do vigésimo capítulo.

No trabalho também tivémos mudanças. Agora tenho uma funcionária de minha responsabilidade. Não, não! Não fui promovida. Sinto mais como “incompetência” do que promoção.

 

 

All The Man That I Need Setembro 19, 2009

Arquivado em: Cotidiano, Datas, Filmes, Música — poetriz @ 12:03 am

“Agradeço-te por teres escolhido amar-me. Sei que foi, por causa de ti, que encontrei a minha alma e tornei-me no homem que sempre quis ser. És a minha mulher, amante, amiga e senhora. Sempre te amei, amo-te e vou amar-te para sempre”

- Patrick Swayze
(em carta deixada para a esposa e que fará parte de sua biografia)

Patrick conheceu Lisa, aluna de ballet na academia de dança da mãe do ator. Casaram-se em 1975 e ficaram casados por 34 anos.

“Eu pensei que um amor teria que doer para se mostrar direito (…) mas ele é tudo que eu preciso em um homem”

- Whitney Houston in “All The Man That I Need”

Fonte: IOL Diário

 

Quão longe vc vai pra salvar alguém que vc ama? Setembro 9, 2009

Arquivado em: Cotidiano — poetriz @ 7:00 am

F – nick romantico hein
G – rs… gostou?
F – gostei. Vc vai longe?
G – Tão longe que nao sei descrever
F – Mas e se a viagem for em vão? não tem medo de não saber voltar?
G – Não, não tenho medo nem arrependimento das coisas que faria

 

Sutilmente Setembro 6, 2009

Arquivado em: Cotidiano, Música — poetriz @ 9:10 pm

Pretendia fazer tanta coisa nesse final de semana. Mas o tempo não ajudou, uma das minhas cachorras está muito mal e foi uma correria pra veterinários o tempo inteiro.
Essa música tocou no rádio hoje, mas eu já estava apaixonada por ela antes. Achei a coreografia ao fundo linda da primeira parte. E tem o trecho que selecionei que, sem palavras…

♪ E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe

E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
E quando eu estiver louco
Subitamente se afaste
E quando eu estiver bobo
Sutilmente disfarce

Mas quando eu estiver morto
Suplico que não me mate, não
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti ♪

- Skank in “Sutilmente”

 

Sequestro Setembro 1, 2009

Arquivado em: Cotidiano, Desabafo — poetriz @ 7:41 am

Passaram um trote pra uma vendedora do meu trabalho. A bina do celular dela mostrou o numero da filha, então ela atendeu. Daí era uma voz feminina chorando, dizendo que tinha sido seqüestrada, chamando ela de mãe, aí uma voz masculina se disse seqüestrador e pedia pra ela não desligar o celular. Eu não tenho detalhes da conversa, só ouvi os gritos de desespero dela. Alguém de bom senso pediu o telefone da filha dela, ela anotou (em meio ao desespero) num papel e alguém ligou de outro telefone pra confirmar que era mentira.

Faz sentido a frase dita esses dias na novela: “o mundo que anda assim, ou é a gente que nunca tinha reparado nessas coisas?”

 

O dente Agosto 24, 2009

Arquivado em: Cotidiano — poetriz @ 7:17 am

A minha dentista já tinha sugerido que fosse retirado os dentes do ciso. Eu que fiquei postergando e resolvi, só agora, retirar um. Parecia fácil e minha dentista achou que no máximo 30 minutos seriam suficientes para extraí-lo, no entanto, fiquei mais de duas horas na cadeira da dentista de boca aberta.

Foi preciso 4 anestesias e eu estava a ponto de suplicar pela quinta!

E agora, o dente que nem atrapalhava tanto, talvez porque eu já estava acostumada com ele ali, dói. A ausência dele dói. Como um membro amputado, sinto falta dele e minha língua sempre o procura.

Parece que agora tenho dois corações. Um que bombeia sangue do centro do meu peito e outro que pulsa no vazio que ficou em minha boca.

Chego a pensar que o vazio às vezes lateja mais que uma presença indiferente.

Fecho os olhos e tento pensar que a dor vai passar logo, que o remédio fará efeito, que o antibiótico vai me salvar.

E desacredito em seguida, achando que essa ausência vai me enlouquecer, que passarei o resto dos meus dias tomando sopa.

Dói sorrir e meu rosto está inchado. Nem o sorvete que me sugeriram me anima.

Mas me consolo mentalizando “vai passar, vai passar” e porque acredito, vai passar.

Talvez leve mais alguns dias e daqui algumas semanas eu nem lembre mais que havia um dente me incomodando, uma ausência me incomodando.

.

A narrativa pode ter sido dramática.

Mas é que enquanto pensava na dor, pensei que não só dentes ausentes doem.

Outras ausências também.

Mas ainda prefiro a ausência que a presença indiferente, nesses casos.

E também essas dores, com o tempo, passam.

 

Ela não vai ceder tão cedo Agosto 8, 2009

Arquivado em: Cotidiano, Desabafo — poetriz @ 8:38 pm

Descobrimos há dois dias que ele está a fim dela. E desde então, os burburinhos não tem fim. Como crianças no pré-escolar todos riem e apontam, criticam e riem do suposto romance que nem começou.
Pra mim, esse é o primeiro empecilho que irá tardar o romance: a opinião dos outros. Não importa o quanto carente ela seja, o quanto sozinha ela se sinta, o quanto ela viva reclamando da solidão. Ela não vai aceitar qualquer um pra manter a pose, apesar de desesperadamente clamar por qualquer um. Qualquer um menos ele, é o que ela repete às amigas.
Mas ele também tem sido falho na “conquista”. Não basta dizer que tem interesse em alguém, é preciso demonstrar. E não basta demonstrações sutis como perder a fome numa churrascaria. É preciso algo direto, algo que faça sentido apenas ao ser amado.
Ela, a gente conhece. É dessas que precisa de carinho e atenção constante, a típica carente. Ele? Mal sabíamos da existência até que ele se tornou a “manchete” das fofoquinhas das meninas. Daí, fica difícil alguém chegar do nada e dar conselhos pra ele, indicar o caminho certo pra se conquistar ela.
E ela não vai ceder tão cedo. Não, até ter certeza que ela é especial pra ele.  Não falo aqui de gente caindo de amores não, falo de alguém que se importe se a gente diz “não”. Alguém que insista porque quer de fato e não porque não aceita perder. Alguém que quer a gente porque viu em nós um diferencial e não porque quer mais um nome no inventário pra contar pros amigos. Alguém que quer um relacionamento porque ama e não porque não consegue ficar sozinho.
Conquistar alguém não é tão difícil. Pode até ser demorado, mas o jogo de sedução é um dos melhores momentos da conquista.
A gente ri, mas no fundo também ficamos nervosas e empolgadas, torcendo pra mais um casal dar certo. É a nossa frustração que se realiza nos amigos. Por isso opinamos tanto.

 

Dos livros e filmes Julho 9, 2009

Arquivado em: Cotidiano — poetriz @ 6:24 pm

Terminei finalmente de ler “A identidade Bourne”. Fiquei triste pelo filme ser muito melhor que o livro. Normalmente acontece o oposto, no máximo o livro e o filme costumam divergir em algumas cenas. Mas nesse caso, decepção total.
Peguei “O ovo apunhalado” do Caio F. Abreu pra ler. Queria um livro curto, pra começar a ler o quarto livro da saga das guerras anglo-saxônicas. Porém, dessa vez Caio anda me deprimindo. Seus contos fantasiosos que tratam de loucos, seres fantasticos, aliens, tudo isso não tem me agradado.
No meu trabalho anda a febre de “Crepúsculo”. Não vou negar, esses livrinhos são gostosos de ler. Estou enrolando apenas pra ler o último: “Midnight sun”.

Também estava atrasada quanto à alguns filmes e já estou atualizada. Assisti:

  • Diamantes de Sangue
  • A Troca
  • O Leitor
  • Ele não está tão a fim de você
  • O jardineiro fiel
  • O amor no tempo do cólera
  • Quem quer ser milionário

Se eu disser que chorei em quase todos, me acharão muito sensível? Todos recomendadíssimos!

 

Dos esportes Maio 16, 2009

Arquivado em: Cotidiano — poetriz @ 7:45 am

Não sou bailarina porque tenho medo de girar. Tenho medo do mundo girar e eu perder a órbita. Quando criança eu costumava equilibrar meu corpo na ponta dos dedos. Minha mãe dizia que eu podia ser bailarina. Podia. Mas não fui e nunca almejei isso.

Também nunca quis ser atleta. Joguei voltei, nadei e não demorou muito pra eu desistir disso também. Também fiz dança, sabia? Dança do ventre pois não me arriscaria a uma dança com passos mais elaborados. Enquanto o “shime” condicionava meu corpo, minha mente entrava no caos. Também deixei a dança pra trás.

Recentemente voltei a nadar, mas detesto. Não consigo respirar e alternar com mergulhos. Eu não nasci para ser sereia. Meu elemento é água, mas não chamo ninguém pra mim. Também sou lua e ela que rege as cheias e baixas do meu humor aquoso.

E outro dia me perguntaram: “e então, vai fazer o que?”. Vou continuar a nadar, oras. Vou desistir só porque não gosto? Vou desistir só porque não domino a arte da respiração? Não sou de desistir de mim. E por isso vou até onde agüentar.
Não fui bailarina, não fui jogadora de vôlei, não fui dançarina, não serei nadadora profissional.

Mas covarde? Isso não sou mesmo.

 

Mania de Twitter Maio 15, 2009

Arquivado em: Cotidiano — poetriz @ 7:43 am

Devia ser proibido casais apaixonados se acariciando em frente a pessoas sozinhas.

 


 

Ando gripada demais pra escrever.
E pra comer.
E pra dormir.
E pra respirar…

 


 

Maranhão está alagado e o Sul está em tempo de seca.
É o mar que vai virar sertão e o sertão que vai virar mar.
Só queria saber quando eu vou virar milionária.