Liberdade

“Ela puxou o braço para ficar face a face com ele, auto contida, vigorosa como um homem.
– Para mim a palavra “dever” é pesada e opressiva. Reduzi meus deveres a apenas um: perpetuar minha liberdade. O casamento e seu séquito de possessão e ciúme escravizam o espírito. Eles jamais me dominarão. Espero, doutor Breuer, que chegue o tempo em que nem o homem, nem a mulher sejam tiranizados pelas fraquezas mútuas.
Virando de costas com toda a segurança de sua chegada:
– Auf Wiedersehen. Até nosso próximo encontro – em Viena.”

Irvin D. Yalom in “Quando Nietzsche Chorou”

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