Música

E quando começa o refrão, Andrew tira o meu fôlego…
Sinto minhas costas pressionando um pouco o encosto da cadeira e meus olhos se arregalando quando a música sobe e a alma de Andrew acompanha cada palavra. Sua expressão muda a cada nota intensa, se acalmando quando as notas se acalmam.
(…)
Mas eu… só olho, sem ar, a distância, deixando a voz de Andrew percorrer cada canal e osso do meu corpo. É como um veneno irresistível: estou hipnotizada pelo que ele me faz sentir, embora possa destruir minha alma, mas eu o bebo assim mesmo.

J. A. Redmerski in “Entre o agora e o nunca”

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