Resenha: Butterfly


Livro: Butterfly
Autor (a): Kathryn Harvey
Editora: Universo dos livros
Páginas: 520

Nota: 5
(sendo: 1- Não gostei 2- Gostei pouco; 3- Gostei; 4- Gostei bastante; 5- Adorei)

Sinopse:
No andar de cima de uma loja exclusivamente masculina na Rodeo Drive existe um clube privado chamado Butterfly, um espaço em que as mulheres são livres para expressar suas fantasias eróticas mais secretas. Somente as mulheres mais belas e poderosas de Beverly Hills são convidadas a entrar: Jessica, uma advogada que suspira pela época em que os homens eram machos e as mulheres satisfaziam seus prazeres; Trudie, uma construtora que quer um homem que a desafie, em todos os sentidos e sem tabus; e Linda, uma cirurgiã que usa máscaras para desmascarar os desejos que esconde até de si mesma. Contudo, a mais misteriosa de todas as mulheres é a que criou o Butterfly. Ela mudou o nome, o sotaque, até mesmo o rosto para esconder sua verdadeira identidade. E agora está prestes a revelar seu passado para concretizar a obsessão secreta que a levará além do êxtase…

Confesso que estava pra abandonar o livro e não tinha lido ainda nem 50 páginas. Haviam muitos nomes, muitos personagens desconectados, cada capítulo tinha uma história completamente diferente.
Então, a história se revelou uma grande teia. Tudo tinha sentido, todos os personagens estavam ou estariam conectados de alguma forma numa trama espetacular.
O final já era sabido quando o objetivo de Rachel se revelou. Mas precisei devorar as 300 páginas restantes pra entender o plano dela.
Nesse percurso de vingança, conhecemos diversas personagens secundárias com suas vidas amorosas frustradas. E nos apaixonamos por cada uma delas torcendo para que encontrem na vida real a fantasia que o clube proporcionava a cada uma delas.
Achei muito interessante a idéia desse clube que ensinava os homens a amar uma mulher como ela merece. E a realizar suas fantasias!
Fugiu da linha dos 50 Tons, pois não trata de um mocinho possessivo e uma mocinha sonsa. Ao contrário, aqui as mulheres são inteligentes, fortes. Algumas subjulgadas, é verdade, mas aprendem a mudar esse quadro.
O livro aborda um pouco sobre a liberação sexual feminina de um jeito bem histórico.
Adota eventos reais misturados na ficção, deixando a história mais real.
Recordou-me muito as tramas de Sidney Sheldon.
Super recomendado.

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