Era pra sempre

Christian tinha escrito à tinta o número do seu telefone na palma da minha mão, naquela noite, há tanto tempo, mas a marca dele em mim foi permanente. O que tinha acontecido, esquecer era impossível. Nunca poderia esquecer e ele nunca seria esquecido. Mesmo se fosse uma lembrança vinda de uma música, nas cores de uma tarde de outono ou num pedaço de caco de vidro, o que tinha acontecido entre nós era para sempre. E ele tinha conseguido isso.

Deb Caletti in “Um Lugar para Ficar”

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