Afinidades inexistenciais

Porque era para nada que eu te queria – descobri em ti a inutilidade refulgente da minha alma. Descobri em ti aquilo que eu era para além de tudo o que ia sendo. Esta amizade não conhece os limites da perfeição ou da desistência. Apenas ecoa, sussurra-nos, entrega-nos infinitamente ao húmus das afinidades inexistenciais.

Inês Pedrosa in “Fazes-me Falta”

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