Desconfianças adormecidas

O meu pobre coração ficou em desordem. As vezes, na nossa alma, toca-se de repente a rebate, e as desconfianças adormecidas, acordam, tomam as suas armas, e fazem sobre nós um fogo cruel.

 

Eça de Queiroz in “O Mistério da Estrada de Sintra”

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