Universal

— Estou orgulhoso de você, e eu amo você, — Blay disse mais uma vez, aquela velha, familiar voz cortando através de todos aqueles anos de rejeição e julgamento, dando‐o não apenas uma corda de aceitação na qual se agarrar, mas uma mão de carne e osso para se apoiar guiando‐o fora da escuridão de seu passado…
E para um futuro que não requeria mentiras e desculpas, porque o que ele era, e o que eles eram, eram um tanto extraordinário — e nada fora do extraordinário.
Amor, depois de tudo, era universal.

J. R. Ward in “Amantes Finalmente”

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