Bolha de desespero

Eu era tão forte. Eu costumava ser capaz de passar por todas as pequenas coisas, todos os detalhes, a rotina, dia após dia.
(…)
Agora tudo que eu tenho é a mim mesmo, minhas responsabilidades, meus deveres, minha lista interminável de coisas para fazer… e minha solidão, a solidão sempre minha – aquela bolha de desespero, sem ar, que está lentamente me asfixiando.

Tabitha Suzuma in “Proibido”

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