O mesmo paraíso

“Não é culpa minha nem do meu discreto ateísmo se em Munster, no século XVI, como em tantos outros tempos e lugares, católicos e protestantes andaram a trucidar-se uns aos outros em nome do mesmo Deus para virem a alcançar, na eternidade, o mesmo Paraíso.”

– José Saramago in “In nomine Dei”

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Um comentário sobre “O mesmo paraíso

  1. Uma pena que Deus não teve nada a ver com essa história entre os católicos e protestantes. E esta história também não justifica o ateímo de Saramago. Deus também não tem nada a ver com o ateísmo dele. Nem a fé e nem o ateímo justicam Deus, nem sua existência. Tantos os crentos como os ateus falam de Deus (como Saramago). Como assim? O filósofo se perguntaria. Como pode uma ateu negar a Deus ou sua existência sem que ele negue algo? Ninguém nega algo sem pensar em algo como objeto de negação. Para mim, um filósofo, é besteira ser ateu ou crente. Os dois falam de Deus que, na verdade, não existe porque acretidam e nem porque não acreditam. abrs

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