Das mocinhas que se passam por meninos

Lembram daquele top 3 das viagens românticas a eras passadas? Resolvi fazer outro, mas dessa vez o assunto é “tomboy”, ou seja, meninas que passam por meninos, estilo “Joãozinho”.  Reparem, não é simples um estilo, as meninas se passam por homens, mas ainda são mulheres que amam meninos. E isso complica um pouco as coisas, porque nossos mocinhos não são “gays” e ficam com aquela crise existencial por estarem interessados num “menino” tão delicado…

  • Bromance: Série Taiwanesa que conta a história de Pi Ya Nuo. Seus pais foram a um “astrólogo” que previu muita sorte e um parto muito fácil de um menino, só que a criança que nasceu foi uma menina! Só que o charlatão, pra não perder o crédito, disse que que a menina ia morrer e trazer muito azar se não se passasse por um menino até completar 26 anos. E a piada? Os pais acreditaram e seguiram essa regra! Então, nossa mocinha viveu seus 25 anos aceitando essa condição, pela família maluca, agindo e se vestindo como um menino. E faltando apenas 100 dias para seu aniversário de 26 anos, ela conhece Du Zi Feng que faz parte de uma Tríade (máfia chinesa). Ela salva ele de uma emboscada, porque afinal, ela é boa no kung fu ou seja lá como chamam a arte marcial de Taiwan, e a partir daí eles se tornam irmãos juramentados. A amizade cresce, acontecem mil confusões, desencontros, reencontros e personagens secundários excelentes.
    Então, obviamente, em determinado momento da história Du Zi Feng se vê apaixonado por Pi Ya Nuo, e passa a questionar esse sentimento e sua opção sexual.
    É uma história bonita, leve e muito, mas muito divertida.
    A série tem 18 episódios mas fica com um gostinho de quero mais.

  • Grande Sertão: Veredas: Infelizmente tive que estragar o grande mistério do livro, mas sem esse baita spoiler não teria como citá-lo. Para contar o sertão, Guimarães Rosa utiliza-se do idioma do próprio sertão, falado por Riobaldo em sua extensa e perturbadora narrativa.
    Riobaldo contra sua história de vida, desde que conheceu o “menino” ao atravessar o rio, depois sua entrada para o cangaço onde conheceu “Diadorim” que tinha o plano de vida de vingar-se. Narra sua aventuras e desventuras – o amor, o ciúme, a morte, o sofrimento, o ódio, a alegria – retratadas através das lembranças do jagunço em um sertão mítico, e de seu amor impossível por Diadorim.
    O livro já foi adaptado para televisão e teatro.
    É uma história muito linda e já usei dezenas de citações aqui no blog.

  • Boys Don’t Cry: História de um garoto transexual, Brandon Teena, morador de uma pequena cidade americana. Baseado em fatos reais, o roteiro mostra os violentos preconceitos que sofre quando sua transexualidade é revelada.
    Essa é a única história que a menina não se veste de menino com um objetivo específico. Aqui, é opção de vida, de identidade de sua sexualidade.
    Tem uma das cenas mais triste que já vi em filmes.
    Hilary Swank num dos seus melhores papéis. E uma trilha sonora inesquecível.
    Essa história foge da descrição lá no início do post, mas vale ser citado nesse top 3.


Ainda existem outras histórias, só nos doramas ainda recomendo “Coffee Prince“, a história de uma barista e um dono de café, que é muito fofo. Mas isso, fica pra outra oportunidade.
E você, recomenda algum outro com essa temática que eu não tenha citado?

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2 comentários sobre “Das mocinhas que se passam por meninos

  1. Adorei Coffe Prince um dorama delicioso de assistir. Acho que gostei dele quase tanto quanto de Secret Garden. Adoreio post.

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