Pokemon Go

Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de joguinhos e de modinhas. Por isso eu, obviamente, instalei o Pokemon Go.
Confesso que nunca assisti ao desenho, mas sei superficialmente do que se trata.
No meu celular não rodou direito, travou muito, mas nem esperava algo diferente.
E esse monte de história de gente que morre, que invade lugares proibidos, de pokemons que aparecem em audiência, são exageros da internet. Assim como essas notícias de política, violência e mudanças em leis que a maioria acredita. Não que não existam, não é isso, mas tudo é maior e diferente quando cai na internet.
Não podemos condenar algo apenas por não entender ou utilizar. Vi notícias boas também, e na verdade, o objetivo do jogo também é louvável.
Com o advento da computação, a internet se popularizou e com ela o surgimento de programas, como jogos e afins. Os pais começaram a presentear os filhos com video games e hoje qualquer celular é capaz de carregar um jogo simples, como a febre do candy crush. Quem nunca jogou, que atire o primeiro doce!
Assim, o fabricante do Pokemon Go pensou em utilizar a tecnologia de GPS, trazendo “vantagens” ao jogador que se movimenta. Por exemplo, para “chocar” um ovo e ganhar um pokemon surpresa, é precisa caminhar 5 km ou 10 km, dependendo do tipo de ovo. Para ganhar “pokebolas” para capturar os bichinhos, é preciso ir até um posto de abastecimento que pode ser do lado da sua casa ou há 10 minutinhos de distância. Como se vê, o objetivo é, aos poucos, tirar principalmente as crianças do sedentarismo.
Tudo pode ter seu lado bom.
Mas enfim, no dia que instalei só consegui pegar um pokemon, que deve ser parte de um tutorial de aprendizagem. Depois, nem com muita fé, voltou a funcionar.
Ontem, vi uma moça jogando na lotação. E durante o trajeto, ela conseguiu jogar e ainda pegar um pokemon!
Aí eu pensei, essa é minha chance. E tentei a tática dela no trajeto da ida ao trabalho, mas a única coisa que consegui foi um super aquecimento no meu celular.
Então, no trabalho, fui conversar com um colega que me deu umas dicas e explicou algumas coisas do jogo. E descobri que eu trabalho próximo a uma espécie de “rede de captura” de pokemons! Ou seja, meu celular vai derreter amanhã, porque vai passar o dia ligado pra eu pegar pokemons.
Esse meu colega tem mais de 50 pokemons.
Eu, míseros cinco. Mas me sinto vencedora mesmo assim.

#BEDA07

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