Ódio comparável

Não existe ódio comparável ao gerado pelo amor traído.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

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Murchando

A gente precisava amar, ou acabava murchando e morria.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

Interruptor secreto

Então, compreendi qual era o segredo que eu procurara durante tanto tempo – o interruptor secreto que ligava o amor… (…) Eram os olhos. O segredo do amor estava nos olhos, na maneira de uma pessoa olhar para outra, no modo como os olhos comunicavam e falavam enquanto os lábios ficavam imóveis.
Os olhos de Chris tinham-me dito mais do que dez mil palavras conseguiriam dizer. E não era apenas a maneira pela qual ele me tocara, com carinho e ternura; era o modo como ele me tocava enquanto me olhava daquele jeito.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

Tão linda

Você é tão linda. É como se eu nunca a tivesse visto antes. Como se tornou tão bela, enquanto estive aqui esse tempo todo?

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

Nos rouba

Uma coisa eu aprendera: não é só a morte que nos rouba as pessoas que amamos e de quem necessitamos.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

Seis vezes

Amar muito alguém num período da vida torna as pessoas vulneráveis a um novo ataque de amor. Eu sabia; já me apaixonara seis vezes.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

Ouro

Além do arco-íris o pote de ouro nos aguardava. Mas o arco-íris é feito da mais frágil filigrana e o ouro pesa uma tonelada. Desde o início do mundo, o ouro foi motivo para se fazer quase tudo

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

Sem ser chamado

O amor surge sem ser chamado.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

Bola da sabão

Aprendemos que o amor era exatamente como uma bola de sabão, tão brilhante e colorida num dia, desfazendo-se em pleno ar no dia seguinte. (…)Todavia, mal um amor terminava, logo surgia outro para lançar no ar aquela brilhante bola de sabão.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

O mais cego

Amor… Eu depositava tanta fé nele.
Verdade… Eu continuava a acreditar que ela sai dos lábios da pessoa que mais amamos e em quem mais confiamos.
Confiança… Está intimamente ligada ao amor e à verdade.
Onde termina um e começa outro?
Como saber que o amor é o mais cego?

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”