Conspiração do universo

Mas Colin sabia que o universo não conspirava para colocar uma pessoa em um local em vez de em outro. E pensou em Demócrito: “Em todo lugar o homem culpa a natureza e o destino, embora seu destino seja nada mais que o eco de seu caráter e suas paixões, seus erros e suas fraquezas.”

John Green in “O Teorema Katherine”

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Cheiro do ar

Ela saiu correndo. O que Colin mais gostou não foi do cheiro do Curve — não exatamente.
Foi do cheiro do ar logo que Lindsey começou a se afastar correndo. O aroma do perfume que ficou para trás. Não há palavra em inglês que descreva isso, mas Colin conhecia o termo em francês: sillage. O que lhe agradava no Curve não era o aroma que ficava na pele, mas o sillage, o cheiro doce e frutado que ele deixava ao se afastar.

John Green in “O Teorema Katherine”

Simples ato de ler

Ele gostava de todos os livros, porque adorava o simples ato de ler, a magia de transformar os rabiscos de uma página em palavras dentro da cabeça.

John Green in “O Teorema Katherine”

Anagrama

Ele começou a criar anagramas de “para sempre sua” até que achou um que lhe agradou: se um pesar para.

John Green in “O Teorema Katherine”

Como se fosse segredo

Ela falava eu te amo como se fosse um segredo; e um dos grandes.

John Green in “O Teorema Katherine”

A parte que chorava

Estranhamente, estava deprimido demais para derramar lágrimas. Magoado demais. A
sensação era de que Katherine havia roubado dele a parte que chorava.

John Green in “O Teorema Katherine”