Amor medieval

Deitei-me na única cama desocupada e comecei a ler a respeito do Rei Arthur e dos Cavaleiros da Távola Redonda. E, por incrível que pareça, naquele dia abriu-se para mim uma porta de cuja existência eu nem suspeitava; um mundo maravilhoso, onde florescia a cavalaria, existia amor romântico, e lindas donzelas eram colocadas em pedestais e adoradas a distância.
Naquele dia, iniciou-se para mim um caso de amor com a Era Medieval – um amor que nunca mais teve fim.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”