Ouro

Além do arco-íris o pote de ouro nos aguardava. Mas o arco-íris é feito da mais frágil filigrana e o ouro pesa uma tonelada. Desde o início do mundo, o ouro foi motivo para se fazer quase tudo

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

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Sem ser chamado

O amor surge sem ser chamado.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

Bola da sabão

Aprendemos que o amor era exatamente como uma bola de sabão, tão brilhante e colorida num dia, desfazendo-se em pleno ar no dia seguinte. (…)Todavia, mal um amor terminava, logo surgia outro para lançar no ar aquela brilhante bola de sabão.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

O mais cego

Amor… Eu depositava tanta fé nele.
Verdade… Eu continuava a acreditar que ela sai dos lábios da pessoa que mais amamos e em quem mais confiamos.
Confiança… Está intimamente ligada ao amor e à verdade.
Onde termina um e começa outro?
Como saber que o amor é o mais cego?

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”

Amor medieval

Deitei-me na única cama desocupada e comecei a ler a respeito do Rei Arthur e dos Cavaleiros da Távola Redonda. E, por incrível que pareça, naquele dia abriu-se para mim uma porta de cuja existência eu nem suspeitava; um mundo maravilhoso, onde florescia a cavalaria, existia amor romântico, e lindas donzelas eram colocadas em pedestais e adoradas a distância.
Naquele dia, iniciou-se para mim um caso de amor com a Era Medieval – um amor que nunca mais teve fim.

V. C. Andrews in “A Saga Dos Foxworth – O Jardim Dos Esquecidos”